Reforma Tributária do Consumo • Simples Nacional • 2027

Antes de escolher o caminho tributário, organize a decisão com método.

Relatório de apoio decisório para comparar a permanência no Simples Nacional integral com a apuração regular de IBS/CBS, considerando perfil da empresa, clientes, fornecedores, margem, documentos fiscais e capacidade operacional.

Uso correto: o relatório organiza informações e riscos para análise profissional. A decisão formal deve ser validada pelo contador responsável, com base na escrituração, PGDAS-D, documentos fiscais e normas aplicáveis.

Janela de opção1º a 30 de setembro de 2026
Efeitos previstosa partir de janeiro de 2027
Escopo inicialempresas no Simples Nacional
Fora do escopoMEI/SIMEI e casos não enquadrados

Método

Uma decisão tributária não deve nascer de opinião solta.

O relatório conduz a análise por dados declarados, perfil econômico da empresa, pressão de clientes por crédito, relevância de compras documentadas, prontidão fiscal, riscos operacionais e próximos passos antes de qualquer providência formal.

1

Coleta estruturada

Dados da empresa, atividade, faturamento, clientes, fornecedores, documentos fiscais, margem e controles.

2

Análise comparativa

Comparação entre Simples integral e apuração regular de IBS/CBS, com foco em riscos e evidências.

3

Relatório decisório

Conclusão preliminar, matriz de fatores, ressalvas, condições precedentes e checklist para validação profissional.

Entrega

O que o relatório apresenta

Um documento objetivo para apoiar a reunião técnica entre contador e empresa, sem promessa de economia e sem substituir análise profissional individualizada.

01

Recomendação preliminar

Indicação entre manter Simples integral, avaliar apuração regular de IBS/CBS ou suspender a conclusão até validações pendentes.

02

Fatores determinantes

Perfil de clientes, vendas B2B/B2C, compras com nota, margem, competitividade, rotina fiscal, ERP e controles.

03

Matriz comparativa

Leitura clara de simplicidade, crédito na cadeia, custo de conformidade, caixa, risco operacional e impacto comercial.

04

Riscos e restrições

Alertas para informações insuficientes, inconsistências, ausência de documentos, MEI/SIMEI e atividades fora do escopo.

05

Checklist de validação

Itens para revisar CNAE, PGDAS-D, faturamento, XML, clientes, fornecedores, contratos, sistema emissor e margem.

06

Uso profissional

Relatório privado de apoio decisório, destinado à revisão do contador responsável antes de qualquer opção formal.

Relatório modelo

Consulte o padrão do PDF entregue após a análise.

O exemplo usa dados fictícios e apresenta a estrutura profissional da entrega: sumário executivo, premissas, matriz comparativa, riscos, condições precedentes, memória de cálculo resumida e próximos passos para validação com o contador responsável.

Baixar relatório modelo em PDF

Para contadores

Atendimento técnico com material apresentável.

Ideal para organizar a análise de clientes do Simples Nacional que precisarão entender o impacto da Reforma Tributária em 2027.

  • Condição de parceiro profissional
  • Relatório por empresa analisada
  • Base para reunião e orientação ao cliente
  • Linguagem prudente e defensável

Planos

Escolha o acesso adequado

O valor é calculado no checkout. A condição de contador parceiro depende de cadastro profissional e validação pelo sistema.

Contador parceiro

Profissional contábil

R$59,90

por empresa analisada

  • Condição vinculada ao cadastro profissional
  • Indicado para escritórios e contadores
  • Relatório para apoio à orientação do cliente
  • Uso sujeito aos termos da plataforma
Entrar como contador parceiro
Empresa

Empresa do Simples

R$99,90

por empresa analisada

  • Questionário estruturado
  • Relatório de apoio decisório em PDF
  • Matriz de riscos e validações necessárias
  • Recomendação preliminar para revisar com contador
Gerar análise da empresa

Limites de uso

O relatório não substitui o contador.

A análise depende das informações fornecidas e deve ser confrontada com documentos fiscais, PGDAS-D, escrituração, contratos, fluxo de caixa, perfil de clientes e regras vigentes antes de qualquer opção formal.

Não há promessa de economia tributária.

O objetivo é organizar a decisão, apontar riscos e indicar próximos passos. Casos com dados insuficientes, MEI/SIMEI, regimes especiais ou inconsistências podem ser recusados ou exigir revisão técnica complementar.

Dúvidas frequentes

Respostas objetivas antes da contratação

O serviço foi desenhado para apoiar uma decisão técnica, com linguagem clara, limites explícitos e validação profissional obrigatória.

O que é o Decisão Simples Nacional 2027?

É um relatório de apoio decisório para empresas optantes pelo Simples Nacional avaliarem, com seu contador, a permanência no Simples integral ou a apuração regular de IBS/CBS no período aplicável de 2027.

O relatório substitui o contador?

Não. O relatório organiza dados, riscos, premissas e próximos passos. A decisão final deve ser validada pelo contador responsável, com base em documentos fiscais, PGDAS-D, escrituração, contratos e normas vigentes.

O que significa apuração regular de IBS/CBS?

É a alternativa em que a empresa permanece no Simples Nacional para os demais tributos, mas apura e recolhe IBS e CBS pelo regime regular, quando isso for permitido e fizer sentido após análise técnica.

Se a empresa não fizer nenhuma opção, o que acontece?

Conforme a orientação oficial, se a empresa do Simples não optar pelo recolhimento de IBS/CBS por fora, esses tributos continuam dentro da guia única, observadas as regras aplicáveis ao período.

O serviço atende MEI ou SIMEI?

Não como escopo principal. MEI/SIMEI exige tratamento próprio e não deve ser analisado como empresa comum do Simples Nacional para essa decisão.

Quais informações são necessárias para uma boa análise?

Atividade, CNAE, faturamento, perfil de clientes, vendas B2B/B2C, fornecedores, compras com nota, margem, documentos fiscais, PGDAS-D, sistema emissor, contratos e capacidade operacional do escritório contábil.

O relatório garante redução de imposto?

Não. O relatório não promete economia, aproveitamento de crédito, aprovação de opção, manutenção de clientes ou ausência de risco fiscal. Ele mostra cenários, alertas e condições que precisam ser validadas.

Por que o crédito do cliente importa?

Em operações B2B, o cliente pode valorizar o crédito tributário. Porém, esse potencial só favorece a empresa analisada se houver ganho capturável em preço, margem, volume, contrato ou preservação comercial.

Empresas B2C precisam dessa análise?

Podem precisar, mas a tendência costuma ser diferente. Quando a venda é majoritariamente para consumidor final e não há pressão por crédito na cadeia, a simplicidade do Simples integral pode ter maior peso.

O que acontece quando faltam dados?

Quando informações essenciais não são fornecidas ou não podem ser confrontadas com documentos, o relatório deve apontar evidência insuficiente, risco elevado ou necessidade de nova validação antes da decisão.

O relatório considera fluxo de caixa?

Sim. A análise profissional deve considerar não apenas carga tributária estimada, mas também caixa, capital de giro, prazo de recebimento, custo contábil adicional e rotina operacional necessária.

O contador parceiro paga menos por quê?

A condição de R$ 59,90 é destinada ao canal profissional, pois o contador tende a analisar mais de uma empresa e utilizar o relatório como base de orientação técnica para sua carteira de clientes.

A empresa pode contratar diretamente?

Sim. A empresa pode contratar por R$ 99,90 para organizar as informações e levar o relatório ao contador. A validação final permanece indispensável.

O relatório pode mudar se a norma mudar?

Sim. Como o tema está em fase de transição, alterações normativas, novos atos oficiais ou mudanças nos dados da empresa podem exigir nova emissão ou revisão do relatório.

O que o PDF entregue contém?

Sumário executivo, identificação da empresa, premissas, base normativa resumida, matriz comparativa, leitura econômica, crédito na cadeia, riscos, condições precedentes, checklist e conclusão preliminar.

Quando a análise deve ser refeita?

Deve ser refeita quando houver mudança de CNAE, atividade, faturamento, clientes, fornecedores, margem, sistema fiscal, documentos, contratos, parâmetros oficiais ou entendimento técnico relevante.

Comece pela análise

Organize a decisão antes da janela de opção.

Escolha o perfil de acesso, responda o questionário e receba o relatório para validação profissional.